

Num país onde as exigências da modernização económica, da inovação educacional e da gestão ético-transformadora se tornam cada vez mais evidentes, a figura de Venceslau Andrade destaca-se como uma das vozes mais relevantes de uma nova geração de líderes. Jurista, professor universitário, empresário, escritor e mentor, o seu modelo de liderança assenta numa tríade rara: consciência, competência e compromisso social.
Mais do que dirigir instituições, Venceslau tem procurado moldar mentalidades. E é essa visão – simultaneamente filosófica, prática e profundamente ética – que o coloca entre os principais casos de estudo sobre liderança moderna em Angola.
No centro da sua abordagem está uma convicção fundamental: liderar é servir um propósito maior do que o indivíduo.
A sua filosofia, sintetizada no projeto “Código V”, assenta em valores como:
Verdade – a liderança começa pela integridade pessoal;
Visão – a capacidade de antecipar e guiar mudanças estruturais;
Valor – impacto concreto nas vidas e nas instituições;
Vulnerabilidade – a coragem de assumir limites e aprender;
Virtude – a disciplina de fazer o que é certo, mesmo sem aplausos.
É uma visão que rompe com modelos tradicionais de liderança hierárquica ou carismática. Para Venceslau, o líder eficaz é mais arquiteto do que comandante. Constrói cultura, alinha talentos, cria sistemas de sustentabilidade e inspira mudanças duradouras.
Venceslau integra claramente a escola da liderança transformacional, aquela que:
inspira pelo exemplo,
forma pessoas para além das competências técnicas,
e cria ambientes onde o talento floresce.
Através da sua prática docente, das iniciativas empresariais e dos seus projetos sociais, ele demonstra que o líder deve ser um catalisador de crescimento humano. Não basta exigir performance; é preciso elevar capacidades, desenvolver inteligência emocional, estimular autonomia e cultivar propósito.
Na sua perspetiva, resultado sem transformação não é resultado – é apenas operação.
Um dos pilares mais distintivos da liderança de Venceslau é o seu compromisso social. À frente da Associação Ana Elisa, ele incorpora um tipo de liderança que transcende o discurso e se traduz em impacto concreto, especialmente em:
educação de base,
inclusão comunitária,
saúde pública,
desenvolvimento económico local.
Para ele, liderança é responsabilidade para com o outro. Num contexto social desigual como o angolano, este tipo de liderança assume um peso ainda mais relevante, posicionando-o como um agente de transformação e não apenas como um gestor ou académico.
Enquanto presidente do Grupo FACUL e promotor da Code V Leadership School, Venceslau defende uma ideia firme: o futuro de Angola depende da qualidade dos seus líderes, e não apenas da força das suas instituições.
Por isso, investe intensamente em:
formação ética,
liderança baseada em valores,
pensamento crítico,
capacidade estratégica,
inteligência emocional como ferramenta de gestão.
Ele acredita que a liderança não se improvisa: constrói-se com disciplina, reflexão e orientação certos. Num país em rápida transformação económica e social, esta abordagem pode tornar-se um diferencial geracional.
Outra característica marcante é o rigor intelectual. Venceslau não lidera apenas pela prática; lidera também pelo pensamento crítico, pela produção académica e pelo estudo aprofundado do direito, da gestão de riscos, da regulação financeira e da ética.
Em Angola, onde a liderança muitas vezes se apoia mais na experiência empírica do que na fundamentação teórica, ele representa um modelo híbrido: o líder que pensa, estuda, escreve e aplica.
Esse rigor intelectual reforça a credibilidade da sua visão e permite-lhe navegar com competência por áreas tão distintas como:
direito financeiro,
liderança transformacional,
empreendedorismo educacional,
desenvolvimento comunitário.
Nenhum modelo de liderança é perfeito. A liderança baseada em valores e impacto humano enfrenta desafios: exige mais tempo, mais investimento emocional e mais resiliência. Num ambiente empresarial e social muitas vezes marcado por burocracias, ineficiências e cultura organizacional rígida, líderes transformacionais frequentemente enfrentam resistências internas.
Além disso, a criação de líderes conscientes requer:
sistemas educacionais sólidos,
cultura institucional aberta,
e continuidade geracional — fatores que ainda estão em desenvolvimento no país.
Mesmo assim, Venceslau demonstra que o caminho não é desistir, mas persistir com propósito.
Num mundo em que a liderança está cada vez mais associada à notoriedade digital ou ao discurso motivacional vazio, o modelo de Venceslau Andrade destaca-se pela profundidade, coerência e orientação para impacto real.
A sua abordagem evidencia que Angola carece – e pode formar – líderes:
conscientes,
íntegros,
tecnicamente competentes,
comprometidos com a sociedade,
capazes de transformar instituições a partir de dentro.
A nova geração de líderes angolanos terá inevitavelmente de se confrontar com esta pergunta: Queremos liderar para comandar ou liderar para construir?
Venceslau parece já ter dado a sua resposta.